05/10/2011

Post-its com Criatividade

Que tal transformar seus afazeres diários em um criativo desenho na janela do escritório para alegrar o seu dia e dos que passarem pela rua? Sim, pode haver muita criatividade ainda que sejam em pequenos pedaços de papel. Na França, post-its formando imagens divertidas se espalham pelas janelas de escritórios, lojas e casas. A ideia está por toda web e agora, se você quiser participar da Post'it War, basta tempo e disposição.

Esta ideia se tornou um movimento popular de grande popularidade no verão francês de 2011. Onde diversos prédios comerciais com suas fachadas vazadas, ganharam um ar mais criativo, próximo, irreverente, ou seja, vivo. Como diz o site da campanha, declare você também, guerra aos seus vizinhos! 


















04/10/2011

Filósofos Alquimistas

A Alquimia é considerada uma das mais antigas ciências da humanidade e que deu origem a diversas outras. E é por isso que é impossível classificá-la apenas como uma única ciência, uma vez que nela se inclui diversos elementos místicos e filosóficos, além de uma rica linguagem simbólica, características que foram implementadas por uma de suas vertentes, a química.

A prática da Alquimia na China era ligada ao Taoísmo, ensinamento filosófico-religioso chinês (ver o livro: O Tao da Física). Na Índia, era associada à filosofia védica e, no Antigo Egito, ao deus Thoth, divindade associada à figura lendária de Hermes Trimegisto.

Ainda no Egito, na cidade de Alexandria, a Alquimia recebeu influência da filosofia neoplatônica, que se baseava no conceito de que a matéria, apesar de múltiplas aparências, era formada por uma substância única.Esta seria a justificativa para a transmutação almejada pelos alquimistas através da fusão dos quatro elementos fundamentais da Antiguidade: fogo, ar, água e terra.

Independente de qualquer coisa, a Alquimia floresceu realmente por volta do século VII, ocasião em que os povos árabes invadiram o Egito e traduziram o grande acervo de obras para os idiomas árabes e sírios. Por volta do século X, os muçulmanos introduziram a Alquimia na continente europeu através da Península Ibérica (durante o período da ocupação Moura).

Entre os alquimistas mais célebres da história, destacam-se os filósofos Tomás de Aquino e Francis Bacon.

03/10/2011

Duelo Ninja - stop motion

Olivier Trudeau é o nome do artista que deu vida aos bonecos nessa animação incrível. Transformar bonecas Barbie em Ninjas, com perfeição de detalhes, só um artista de verdade é capaz.





02/10/2011

Curso 4 vezes Freud - RJ

Durante o mês de Outubro será apresentado um Curso, gratuito, sobre o pensamento freudiano no Centro Cultural do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro, localizado no Antigo Palácio da Justiça, próximo à Praça XV, prédio colado ao TJ-RJ no Centro da Cidade. O edifício foi construído originalmente em 1926 para abrigar o Palácio da Justiça do Distrito Federal abriu suas portas em novembro do ano passado, após obras de modernização e restauro no biênio 2009-2010, para oferecer à população um novo espaço cultural no coração da cidade do Rio de Janeiro.

As aulas serão ministradas durante todas as segundas-feiras de Outubro, dias 10, 17, 24 e 31; horário é das 18:30 às 20:30. Como o curso é gratuito eles tem um número limite de 70 alunos, pois a sala não permite mais. Aos interessados, recomendo que entrem logo em contato através do telefone: 3133-3366 ou 3133-3368, pelo e-mail ccpjrio@tjrj.jus.br; ou então vá pessoalmente ao Palácio da Justiça e busque informações. Agora vamos falar do conteúdo do curso.


Ao estilo "faça o curso e leia o livro", foram reunidas as quatro autoras da coleção Para ler Freud, da editora Civilização Brasileira, para falar dos temas desenvolvidos em seus volumes. A proposta é apresentar ao leigo, ou mesmo ao participante iniciado na obra de Freud, alguns de seus principais temas. Ao mesmo tempo, o curso tratará da relevância da reflexão freudiana para a compreensão de temas contemporâneos na psicanálise e na cultura em geral.

Dia 10/10 - Histeria - O princípio de tudo
Por: Denise Maurano
Vamos ao princípio de tudo - a histeria como ponto de partida da invenção freudiana da Psicanálise. Pretendemos oferecer certas contextualizações, certas chaves interpretativas, que podem vir a esclarecer e situar os fundamentos, a ética e a orientação metodológica que nortearam o pai da Psicanálise na construção de sua obra.

Dia 17/10 - Psicopatologia da vida cotidiana - Como Freud explica
Por: Silvia Alexim Nunes
Ao criar a Psicanálise, Freud formulou uma nova maneira de pensar a constituição psíquica dos indivíduos e suas diferentes formas de sofrimento. Assim, rompeu com a visão biologizante e organicista que era hegemônica na Psiquiatria e na Psicologia da virada do século XIX para o século XX. Seguindo as elaborações freudianas, pretende-se apontar que essas duas vertentes - organicista e psicanalítica - constituem ainda hoje, no século XXI, um campo aberto de debate no que diz respeito à maneira de pensar a condição humana e o adoecer.

Dia 24/10 - Luto e melancolia - À sombra do espetáculo
Por: Sandra Adler
Reflexão, com base no texto feudiano escrito em 1915, sobre a melancolia e as depressões, tanto no contexto social da Europa em meados do século XX quanto hoje, diante do mundo globalizado.

Dia 31/10 - O mal-estar na civilização - As obrigações do desejo na era da globalização
Por: Nina Saroldi
Em 1929, Freud afirma que a cultura depende da renúncia à satisfação direta das pulsões sexuais e dos impulsos agressivos, o que gera um mal-estar inescapável para os homens em sua vida íntima e em seus contatos sociais. Por outro lado, a inventividade exigida pela cultura nos traz outras satisfações das quais nos orgulhamos. Retornaremos à tese principal do escrito de Freud e nos propomos a responder à pergunta: o mal-estar de que Freud melhorou em nossos dias?

30/09/2011

Hellblazer - Volume 1 no Brasil


Você que é fã de Hellblazer, com certeza já sabe. Neste mês de Setembro chegou às bancas o Volume 1 de uma das HQ's mais emblemáticas do selo Vertigo, John Constantine, Hellblazer. O título é Pecados Originais, são quase 180 páginas, reunindo 6 capitulos das versões originais, a capa é em brochura e a promessa é de uma edição por mês. Mandaram bem Panini!

"O horror urbano sujo de John Constantine, como narrado por Jamie Delano, é tão politicamente afiado, tem a mesma malícia das ruas e é tão divertido quando da primeira vez que foi publicado. Se você já parou pra se perguntar de onde os yuppies realmente vieram, ou o jeito certo de se falar zumbis, é melhor ler esta edição" - Neil Gaiman

Dizem que em 1986, enquanto devorava um sanduíche, Alan Moore olhou de relance e viu um homem de sobretudo. Esse homem então piscou um olho para Moore e sumiu. Parecendo que sabia que estava destinado a se tornar mais do que um mero coadjuvante, a criatura havia encontrado seu criador e deixado uma coisa clara: seria um protagonista.

A missão de tirá-lo da condição de secundário e torná-lo um personagem principal coube a Jamie Delano - segundo consta, indicado pessoalmente por Moore - que recebeu a tarefa de imaginar e povoar o universo de John Constantine. Ao lado do artista John Ridgway - que deu forma e cores a esse sombrio universo -, Delano estabeleceu uma vasta mitologia ao redor do personagem, criou coadjuvantes que estabeleceram e o acompanham até hoje e definiu o tom do título que é o mais longevo da Vertigo.


A abordagem de Delano não foi nada ortodoxa. Misturando assuntos polêmicos e do mundo "real" como economia, a Guerra do Vietña, racismo e a política da Inglaterra de seu tempo (final da década de 80), com temas sobrenaturais, idas ao inferno, negociatas de almas e fantasmas, Delano estabeleceu uma abordagem que ajudou a fixar o tom de toda uma geração de roteiristas que seguiram seus passos.

Mesmo passados mais de vinte anos desde que trabalhou em Hellblazer, a influência de Delano segue e continuará viva enquanto Chas ajudar John, enquanto Gemma tentar seguir os passos do tio e enquanto um mago encapotado cruzar Londres ao sabor do destino com um sorriso sarcástico (e talvez um cigarro aceso) em seus lábios...

Esse é John Constantine, o trapaceiro, o malandro, o ladrão, o Mago... a estrela de Hellblazer, a série mais longeva da Vertigo, que contabiliza mais de 250 edições. O personagem já deixou sua marca por todo o Universo DC ao longo desses mais de vinte anos, tendo se tornado a grande referência em quadrinhos de terror e mistérios adultos.

Bem-vindo a um Mundo Maldito... um mundo assombrado por magia negra, demônios e fastasmas de erros do passado - o mundo de John Constantine.

Ps.: Se você viu o filme, lançado em 2005, com Keanu Reeves como John Constantine (nada a ver com o loiro estilo Sting dos quadrinhos) fique certo, você não sabe nada sobre esta história.



28/09/2011

Geraldo Vandré - Personagem da Semana

Geraldo Vandré foi o nome artístico utilizado até o ano de 1968 por Geraldo Pedroso de Araújo Dias Vandregísilo, que nasceu em João Pessoa, Paraíba, no dia 12 de setembro de 1935. Entretanto, ele continua sendo conhecido até hoje pelo seu nome artístico, onde Vandré se trata de uma abreviatura do sobrenome do seu pai, José Vandregísilo.

Geraldo se mudou para a então Capital do Brasil em 1951, para ingressar na Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro, pela qual se formou em 1961. Militante estudantil, participou ativamente do Centro Popular de Cultura da União Nacional dos Estudantes (UNE). Nesta mesma década de 60, Geraldo Vandré iniciou sua carreira musical, onde se tornaria um dos ícones da oposição ao regime militar.

O primeiro grande sucesso veio com Disparada cantada por Jair Rodrigues, foi vencedora junto com "A Banda" de Chico Buarque do Festival da Canção da TV Record em 1966. A história nos bastidores conta que apenas a música de Buarque ficaria em primeiro, porém Chico não concordou, pois considerava Disparada melhor que a sua e não aceitaria o prêmio. A situação foi resolvida quando foi informado que ele e Geraldo Vandré dividiriam o primeiro lugar.


Em 1968, mais uma vez uma composição de Vandré chegou à final do Festival da Canção da TV Record, só que desta vez era o próprio Geraldo quem interpretava sua canção e mais uma vez disputou o prêmio com uma música de Chico Buarque, "Sabiá" composta em parceria com Tom Jobim, onde desta vez não teve divisão de prêmio, que ficou para Chico. Mas a platéia de revoltou, pois queriam a composição de Vandré como campeã, e durante a apresentação da música vencedora só se ouvia vaias vindas da plateia. Este se tornou um dos momentos mais emblemáticos da história dos festivais.

A canção defendida por Geraldo Vandré era "Para não dizer que não falei de flores", simplesmente a música que se tornou o hino de resistência do movimento civil e estudantil que fazia oposição à ditadura militar durante o governo militar, e que em menos de um ano foi censurada. O Refrão "Vem, vamos embora / Que esperar não é saber / Quem sabe faz a hora, / Não espera acontecer" foi interpretado como uma chamada à luta armada contra os ditadores.



Após seu exílio (saiu do país em 68 e voltou em 73), Geraldo Vandré abandonou a vida pública e se afastou do mundo artístico, para atuar como advogado. Tal afastamento foi alvo de inúmeros boatos. O próprio Vandré em entrevista no ano de 2000, afirmou ter se exilado por vontade própria, devido a insatisfação com o clima político e disse ter abandonado a carreira artística por que a imagem de "Che Guevara Cantor" abafa sua obra.


Confira este vídeo abaixo, onde o cantor, após 40 anos recluso, concedeu uma esclarecedora entrevista exclusiva a Globo News, onde ele critica o cenário cultural brasileiro desde os anos 70 e demonstra uma lucidez única das grandes mentes. (O vídeo é longo, 50 minutos, mas vale a pena!)


"Quando eu terminei o meu curso de Direito aqui no Rio, e fui me dedicar a uma carreira artística, eu já sabia que: arte é cultura inútil. Mas eu, hoje, consegui ser mais inútil que qualquer artista. Eu sou advogado num tempo sem lei. Quer coisa mais inútil que isso?" 

26/09/2011

Tabaco - herança indígena

Índios americanos e europeus trocaram costumes que se revelariam mortais. É muito comum atribuir aos brancos a responsabilidade pelo alcoolismo entre os índios. Em diversas tribos, os homens se tornaram alcoólatras com muita facilidade, o que desestrutura a sociedade indígena. Ninguém, no entanto, culpa os índios por um hábito tão trágico quanto o álcool: fumar tabaco.  

Até os navegadores descobrirem a América, não havia cigarros na Europa nem o costume de tragar fumaça. Já os índios americanos fumavam, cheiravam e mascavam a folha de tabaco à vontade. A planta significava uma ligação com os espíritos e era usada em cerimônias religiosas. Entre os tupis, os caraíbas pregavam em transe, exaltados com o fumo muito intenso de tabaco. Em outras tribos, fumava-se antes de guerras, para aliviar dores e também por prazer.

Nas colônias do Caribe e do Brasil, os poderes do tabaco logo conquistaram os brancos. Apesar de evitarem aderir aos costumes indígenas, os padres faziam vista grossa para o fumo - eles também deveriam dar umas tragadas, pois acreditavam que a "erva santa" fazia bem para curar feridas, eliminar o catarro e aliviar o estômago, órgão que, diante da alimentação brasileira, fazia os padres sofrer.


O tabaco fez tanto sucesso no litoral de São Paulo que Luís de Góis, um dos fundadores da capitania de São Vicente, resolveu levar uma amostra do fumo ao rei de Portugal. Na corte, a planta chamou a atenção de Jean Nicot, embaixador francês em terras lusitanas. Entusiasmado com a descoberta, o diplomata mandou, em 1560, uma remessa de fumo para sua Rainha, Catarina de Médici. A rainha francesa adorava novidades e achou o tabaco sensacional, fazendo a planta cair no gosto da corte francesa.

O embaixador Nicot acabou emprestando seu sobrenome para o nome científico da erva (Nicotiana tabacum), assim como da substância "nicotina". Os primeiros carregamentos de tabaco consumidos entre os nobres europeus vieram do Brasil. É provável que a primeira plantação de tabaco para exportação do mundo tenha sido uma roça paulista de 1548. Por quase três séculos, a planta foi o segundo maior produto de exportação do Brasil, atrás apenas da cana-de-açúcar.

Séculos depois, com a industrialização do cigarro, o hábito de fumar tabaco resultaria numa catástrofe com milhões de mortes. A Organização Mundial de Saúde estima que o fumo vai matar 1 bilhão de pessoas no século XXI. Culpa dos Índios? Claro que não. Os Índios e seus descendentes não têm nenhuma culpa sobre um hábito que copiamos deles, e vice-versa.

Fonte: O texto foi retirado do livro "Guia politicamente incorreto da história do Brasil", de Leandro Narloch.

25/09/2011

Pontos de ônibus ao redor do mundo

Se você fizer parte de praticamente 90% da população mundial que já pegou algum ônibus público uma vez na vida, sabe que os pontos de ônibus não costumam ser um lugar agradável, até porque esperar ônibus é uma das ações mais tediantes, além de ser uma espera cheia de esperança, de ao menos ter um lugar para sentar, mas que nem sempre é o que acontece.

De uns anos para cá, a situação dos transportes públicos no Brasil veem melhorando. Mas ainda é pouco. Abaixo segue uma seleção de diversos pontos de ônibus mundo afora, onde em muitos casos além do conforto encontramos verdadeiras obras de arte. Vale a pena conferir.


Seatle - EUA
Arizona - EUA
Armênia
Austrália
Califórnia - EUA
China
Curitiba 
Dinamarca
Dubai - Emirados Árabes
Grécia
Havana - Cuba
Israel
Japão
Nova Zelândia
Feira de Santana - Brasil

Então, qual o melhor e qual o pior?

(Se tiver algum para completar este post é só enviar para indicadoroculto@gmail.com, ou então posta na Página do IndicadorOculto no Facebook.)

23/09/2011

Ubik - Livro pro fds

Versão brasileira
Em uma sociedade futurista, sofisticada e funcional, os mortos não morrem totalmente. São mantidos em meia-vida e podem se comunicar com os vivos, enquanto aguardam sua próxima encarnação. Em uma missão na Lua, algo terrível acontece. Uma cilada. E a morte de um personagem importante. Após isso, fragmentos da realidade vão transmigrando para o passado. O mundo parece se desfazer. A história retrocede.

Para evitar a completa deterioração de seu mundo e de si mesmo, Joe Chip tenta compreender o esfacelamento da realidade que o cerca e as forças contraditórias que agem sobre ela. Essa jornada desesperada encontra seu fim (ou seu começo?) em uma substância redentora capaz de inverter esse processo, e que é ironicamente apresentada sob a forma de um spray.

Ao mesmo tempo em que enreda brilhantemente à sua trama temas como morte, reencarnação e salvação, Ubik intriga ao questionar a verdadeira natureza da realidade, a frágil linha que separa lucidez e loucura, além de ser uma crítica sarcástica à sociedade de consumo. Como nos outros trabalhos ficcionais de Philip K. Dick, o ambiente futurista é mero cenário por onde transitam personagens em permanente conflito com seu mundo e com sua humanidade.

Versão estrangeira
Em 2005 este livro foi considerado um dos cem melhores romances em língua inglesa pela revista Time, esta incitante comédia metafísica sobre morte e salvação traduz plenamente o universo movediço de Dick: um mundo onde verdades nunca são totalmente definitivas; onde o real e o irreal se misturam constantemente, alterando a percepção de seus personagens e de seus leitores.

Fique tranquilo, o que eu contei da história é apenas um panorama geral, a trama vai mais além. Boa leitura.

22/09/2011

Hey Jude

Em 1968 Paul McCartney compôs uma de suas mais belas canções. Apesar da longa duração da música (mais de sete minutos), Hey Jude foi simplesmente o single mais vendido dos Beatles. A letra foi composta por Paul como uma forma de apoio a ex-mulher de John Lennon, e principalmente o filho do casal, Julian Lennon de apenas 5 anos.


Palavras de Paul sobre a origem da canção: "Eu achei que como amigo da família eu poderia ir a casa deles dizer que tudo ficaria bem, tentar animá-los e ver como estavam. Eu dirigi cerca de uma hora. Eu costumava desligar o radio nessas viagens e cantarolar, vendo se conseguia compor canções. Então comecei a cantar - 'Hey Jules - don't make it bad, take a sad song, and make it better...' - como uma mensagem de esperança para Julian. Tipo, 'qual é cara, seus pais estão se divorciando, sei que não está feliz, mas você ficará bem'. Depois eu mudei de Jules para Jud e gostei do som."

As aparições da música no cinema também são notáveis. Entretanto, a melhor utilização desta canção em um filme, foi feita por Wes Anderson na cena de abertura de The Royal Tenenbaums de 2001 (Os excêntricos Tenenbaums, título no Brasil). A cena é muito bem escrita e elaborada, onde ao som de Hey Jud somos apresentados a cada um dos filhos da família. A letra encaixa perfeitamente com a sequencia das cenas e com o enredo do filme.

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